Blefaroplastia com Agnes: A Tecnologia de Eletrocirurgia que Transforma a Cirurgia de Pálpebras

O universo da saúde é dinâmico e abastecido constantemente com novos estudos, técnicas, tratamentos e protocolos. A evolução da blefaroplastia é exemplo disso e a seguir veremos mais sobre isso. 

A blefaroplastia é uma cirurgia plástica destinada a quem deseja aprimorar a aparência das suas pálpebras e região dos olhos. Ela consiste na retirada do excesso de pele das pálpebras inferiores e/ou superiores, além de posicioná-las corretamente, diminuindo a aparência cansada e envelhecida. Pode, ainda, incluir a retirada do excesso de gordura nessa região. 

Vale destacar que os resultados não se limitam à questão estética. A flacidez na região dos olhos pode reduzir a visão periférica e prejudicar os campos de visão. Assim, quem busca por melhorias nas pálpebras pode contar com um oftalmologista estético/oculoplástico para a cirurgia, sendo possível conquistar efeitos estéticos e relacionados à visão, conforme necessidade.  

A evolução da Blefaroplastia 

Ao realizar uma blefaroplastia tradicional, o oftalmologista estético/oculoplástico faz cortes na pele das pálpebras e remove o excesso de pele e gordura. Esse procedimento é eficiente e usado há anos, mas pode ser doloroso e resultar em cicatrizes visíveis. Felizmente, há novidades no que diz respeito à técnica: a tecnologia Agnes chega ao mercado para realizá-la de forma minimamente invasiva e com excelentes resultados. 

A tecnologia de Agnes realiza eletrocirurgia de alta precisão em radiofrequência, uma grande inovação. Assim, torna o procedimento menos invasivo, mais ágil e com resultados mais satisfatórios, pois corta e coagula a pele e gordura das pálpebras sem a necessidade de cortes tradicionais de bisturi. Isso significa que a incisão é menor, o tempo de recuperação é mais rápido e o resultado mais natural. 

Como é o procedimento de blefaroplastia com Agnes? 

Durante o procedimento o paciente é anestesiado localmente e o oftalmologista estético/oculoplástico faz uma pequena incisão na pele das pálpebras, inserindo a ponta da Agnes. É uma agulha especial (microisolada) usada para transmitir energia para a destruição de tecidos específicos, como é o caso da gordura sob os olhos, e estimulação de colágeno para tratamento de rugas periorbitais.  

Ela pode ser usada, ainda, para eliminar glândulas sebáceas para tratamento de acne, redução de papada, tratamento de jowl (flacidez que aparece com o tempo na linha da mandíbula) e mais. 

Quais são os resultados esperados? 

Os resultados são impressionantes e duradouros, com a maioria dos pacientes satisfeitos com sua aparência por muitos anos após a cirurgia. Devido às características mencionadas acima e sua alta precisão, a eletrocirurgia permite a conquista de uma aparência mais natural e uma cicatrização mais rápida.  

Caso a blefaroplastia esteja em seus planos, consulte um profissional para saber mais sobre a cirurgia com Agnes. 

Posts Relacionados

Capa do artigo
Qual a diferença entre o retinógrafo RetCam 3 e o Shuttle?

Quase um terço dos casos de cegueira detectados em crianças brasileiras poderiam ter sido prevenidos ou tratados caso houvesse um diagnóstico precoce, de acordo com dados do Conselho Brasileiro de Oftalmologia. A boa notícia é que a tecnologia tem evoluído bastante, fazendo com que os oftalmologistas tenham mais recursos para auxiliar os pequenos a ter mais qualidade de vida.

Resta, porém, conscientizar os adultos responsáveis pela saúde das crianças a dar a devida importância à realização do Teste do Reflexo Vermelho com oftalmoscópio, ainda na maternidade, e ao complemento do mapeamento do globo ocular por meio do Teste Digital do Olhinho, realizado por meio do retinógrafo RetCam

O retinógrafo RetCam possui dois modelos

O retinógrafo RetCam é um equipamento de alta tecnologia que fotografa 130 graus do globo ocular de recém-nascidos, crianças, jovens e adultos, sendo capaz de detectar doenças dos olhos severas, como a retinopatia da prematuridade, uma das principais causas de cegueira na infância. Ele está disponível em dois modelos:

#1 – RetCam 3

Por ser fixo, o retinógrafo RetCam 3 é indicado para uso em grandes hospitais e maternidades. O aparelho conta com monitor de tela plana acoplado ao equipamento e pode imprimir as fotos e as observações do médico logo após a consulta.

#2 – RetCam Shuttle

Por ser portátil, possuir rodinhas e pesar apenas 29 quilos, o Recam Shuttle é bastante útil em UTIs neonatais e clínicas oftalmológicas. Neste caso, no lugar de tela plana, o equipamento conta com um notebook acoplado. Há ainda a opção de solicitar a instalação do RetCam Review Software para receber remotamente as imagens e compará-las.

15 benefícios das duas versões

Basicamente, a principal diferença entre o retinógrafo RetCam 3 e o Shuttle está no fato de que o primeiro é fixo e o segundo, portátil. Em contrapartida, além da alta tecnologia, ambos se assemelham por contar com:

  1. Teclado com controle;
  2. Aplicador ergonômico;
  3. Pedaleira com função tripla;
  4. Impressora de fotos e textos;
  5. Superfície de trabalho ampla;
  6. Gavetas de armazenamento;
  7. Precisão no diagnóstico neonatal;
  8. Avançados recursos de imagem;
  9. Captação de imagem fotográfica dos olhos em alta resolução;
  10. Armazenamento dos exames no próprio equipamento ou em CDs, DVDs, pen drives ou HD externo;
  11. Telemedicina, caracterizada pela capacidade de conexão à rede para o envio de imagens e informações;
  12. Certificações internacionais FDA (Agência Federal de Saúde dos Estados Unidos) e CE (Registro de Conformidade da União Europeia);
  13. Capacidade para identificar doenças mais severas localizadas na retina, câmara posterior do olho, como retinoblastoma, coloboma retinal, hemorragias de retina e retinopatia de prematuridade, entre muitas outras;
  14. Angiografia (FA- Fluorescein Angiography) como opcional, que fornece um elevado contraste para a visualização detalhada das estruturas do fundo do olho;
  15. Capacidade para detecção precoce e assertiva doenças nos olhos dos recém-nascidos, como nos casos de ROP (Retinopatia da Prematuridade e do Retinoblastoma).

É por essas ricas características e pelo benefícios agregados à vida de recém-nascidos, crianças, jovens e adultos que o RetCam se tornou o aliado dos oftalmologistas!

Leia o artigo
Capa do artigo
Você sabe o que é um retinógrafo?

Dizem que os olhos são as janelas da alma. Mas, infelizmente, algumas pessoas não dão a devida importância a esse acesso ao nosso interior e a todas as leituras que podem ser feitas na parte mais profunda desse órgão. A boa notícia é que a tecnologia, por meio do retinógrafo, já nos permite fazer esse mapeamento. Mas, o que é um retinógrafo?

Neste post, você terá mais detalhes sobre esse aparelho desenvolvido para realizar um exame bastante simples e que pode detectar doenças muito graves.

O que é um retinógrafo

Muitos se questionam sobre o que é um retinógrafo. É um equipamento de exame oftalmológico criado para fazer fotografias em alta resolução da área do fundo do olho, onde ficam retina, artérias, veias e nervos.

Qual é a indicação

Em geral, a retinografia é indicada para doenças na retina, segmento posterior do olho e também doenças que afetam o nervo óptico, dentre elas podemos destacar Retinoblastoma, ROP. (Porém, o exame pode ser feito sempre que o oftalmologista julgar necessário, tendo em vista a eficiência do procedimento e o fato de que não há contraindicação para sua realização.

Quando fazer o exame de retinografia

A retinografia deve fazer parte dos exames oftalmológicos de rotina, principalmente para pessoas com diabetes, glaucoma ou outras doenças oculares. Porém, é preciso atenção para três momentos da vida em que um mapeamento mais amplo do olho se faz necessário:

  • Ao nascer – por meio do teste digital do olhinho que mapeia 130 graus do globo ocular, e permite assim uma avaliação ampla do segmento posterior do olho.
  • Aos 4 anos de idade – para detectar possíveis problemas de visão que possam comprometer o desempenho escolar da criança; e
  • Após os 40 anos – principalmente quando o paciente tem histórico familiar de doenças oculares.

Doenças que o exame do fundo do olho detecta

É importante ressaltar que as avaliações do retinógrafo não se limitam à detecção de problemas oculares. O resultado pode revelar indícios de enfermidades sistêmicas e genéticas. Veja abaixo as mais comuns:

  • Doenças vitreorretinianas ou que afetam o nervo óptico;
  • Pressão arterial alta;
  • Citomegalovirus;
  • Tumor na retina;
  • Glaucoma;
  • Diabetes;
  • Parasita;
  • Lupus;
  • Sífilis.

Como a retinografia é feita

A retinografia é um exame rápido e indolor. Exige apenas que o paciente posicione o rosto em frente ao aparelho para que o profissional faça a captação das imagens. Como o procedimento exige a dilatação da pupila, o paciente deve comparecer ao consultório ou laboratório acompanhado por um adulto que possa auxiliar na sua locomoção após o exame.

No Brasil, há o RetCam, equipamento exclusivo, padrão ouro para imagens pediátricas. Único liberado na Anvisa, para realizar o mapeamento dos bebês.

 

Para precisão no diagnóstico neonatal: RetCam Envision

Este é um modelo de alta tecnologia de retinógrafo, preparado para grandes hospitais e maternidades. Além de possuir alta capacidade de diagnóstico de Retinopatia Prematura e o Retinoblastoma, este equipamento possui Angiografia, com possibilidade de visão detalhada em alto contraste das estruturas internas do olho. 

É também integrado com sistema de telemedicina, conectado a uma rede de diagnóstico online.

O RetCam Envision fornece ainda integração PACS contínua e recursos de rede aprimorados com total segurança no armazenamento das imagens.

Não se automedique

Busque orientação de um oftalmologista sempre que sentir que algo não vai bem com os seus olhos ou a sua visão. Às vezes, por exemplo, olhos vermelhos pode ser uma simples irritação pela baixa umidade do ar. Mas também pode indicar sinal de infecção ou outra patologia qualquer. Independentemente da causa, é preciso detectar para tratar de maneira adequada, pois algumas doenças mal curadas podem levar à cegueira.

Leia o artigo
Capa do artigo
Xantelasma: como o oftalmologista especializado em óculoplastia pode ajudar no tratamento

O corpo humano é tão rico em detalhes que é impossível conhecer tudo o que pode acontecer nele, não é mesmo? Como informação é fundamental para identificar questões que podem comprometer a saúde, o objetivo deste conteúdo é apresentar uma doença que nem sempre é reconhecida como tal, o xantelasma, bem como qual caminho seguir para tratá-la. 

O que é xantelasma? 

É um problema oftalmológico caracterizado pela formação de manchas amareladas e salientes na região das pálpebras. Ele é fruto de um distúrbio metabólico que causa o acúmulo de gordura sob a pele, os xantomas, que têm a aparência descrita anteriormente. Como pode imaginar, vem daí a origem do nome. 

Os danos dessa condição são apenas estéticos, não comprometendo a visão. Apesar disso, o xantelasma tem impacto na aparência e requer atenção, pois pode indicar um risco maior de problemas de saúde.  

O alerta se dá, pois, as manchas de gordura que surgem nas pálpebras são causadas por depósitos de lipídeos (gordura) e colesterol, podendo estar relacionadas a alterações lipídicas e metabólicas. Com isso, é possível que sejam manifestações de outros problemas de saúde, como colesterol alto e hiperlipidemia. 

O tratamento com oftalmologista estético 

Muitas vezes, as pessoas procuram por cirurgiões plásticos para tratar o problema, mas é importante lembrar que o xantelasma está diretamente relacionado à saúde dos olhos e das pálpebras. Assim, o oftalmologista especializado em oculoplastia é o profissional mais indicado para o caso. 

Além disso, é importante que o tratamento considere a avaliação detalhada da condição do paciente, considerando o histórico médico e a existência de distúrbios e enfermidades subjacentes. Um tratamento com oculoplasta incluirá um olhar abrangente (com a inspeção dos xantelasmas e testes laboratoriais de sangue para verificar os níveis sanguíneos de lipídeos e glicose), o que aumentará a segurança do processo. 

Após a análise do paciente, o tratamento irá variar conforme a gravidade do problema. Dito isso, vale destacar que atualmente há opções eficazes, como a eletrocirurgia com a tecnologia Agnes e a tecnologia Plexr Plus.  

A Plexr Plus é uma nova modalidade segura e minimamente invasiva para realizar microcirurgias em oftalmologia, reduzindo o tempo de recuperação e as possíveis complicações antes e depois do procedimento. É uma tecnologia de plasma considerada uma verdadeira revolução na oftalmologia clínica e estética, capaz de tratar mais de 10 distúrbios da superfície ocular, sendo o xantelasma uma delas. 

Dentre suas vantagens, não causa danos a outros tecidos e pode ser usada em áreas delicadas, como as pálpebras e a conjuntiva, que não são adequados para outros recursos (bisturis elétricos ou lasers). Ainda, a cirurgia com Plexr Plus não requer anestesia local ou geral, uso de pontos e tão pouco sala de cirurgia, podendo ser usada em consultório.  

Assim, é possível remover o xantelasma de forma eficiente e segura, proporcionando uma melhoria significativa na aparência das pálpebras. Além disso, o tratamento é minimamente invasivo, permitindo uma recuperação mais rápida e confortável para o paciente. 

Você tem xantelasma? 

Se você tem essa condição e deseja melhorar a aparência das suas pálpebras e verificar suas possíveis causas, agende uma consulta com um oftalmologista especializado em plástica ocular (oculoplasta).  

Aproveite a ocasião para saber mais sobre como as tecnologias Agnes e Plexr Plus podem ajudar no tratamento, conquistando um resultado estético satisfatório e seguro. 

Leia o artigo